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Os Pioneiros no Estudo De Quadrinhos no Brasil

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Os Pioneiros no Estudo De Quadrinhos no Brasil

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OS PIONEIROS NO ESTUDO DE QUADRINHOS NO BRASIL A chamada 9ª Arte, depois de passar por uma fase de intensa rejeição em meados do século passado, teve seu prestígio e respeito recuperados pela ação de sábios, que com pesquisas e ações diversas levaram os quadrinhos aos debates acadêmicos, conquistando o respeito público. Nos anos 1940, no período imediatamente após a Grande Guerra, apareceram nos EUA os primeiros sinais de rejeição aos comics, eleitos como “culpados”, primeiro pela elevação dos percentuais alarmantes de criminalidade juvenil, depois, como material alienante, capaz de tornar seus leitores indolentes, preguiçosos e afastados da “boa leitura”. Essa visão equivocada e preconceituosa ganhou contornos histéricos nos anos seguintes, chegando ao auge com a edição do livro Seduction Of The Innocent, pelo psiquiatra Fredric Wertham, em 1954, ao mesmo tempo em que o Congresso americano fazia uma investigação rigorosa nas editoras de quadrinhos, semelhante à perseguição aos supostos agentes antiamericanos promovida pelo senador Joseph McCarthy, histórica e tristemente conhecida como “caça às bruxas”. No Brasil, os quadrinhos acabaram execrados nas escolas e nos meios de comunicação pelos mesmos preconceitos, tomou-se uma atitude hostil que visava, assim como em outras partes do mundo, não apenas proibir os quadrinhos mas erradicá-los. Felizmente, a atitude de estudiosos mais iluminados foi aos poucos quebrando os preconceitos, corrigindo as deturpações até consagrar os quadrinhos como uma das grandes artes. Por ocasião das (Primeiras) Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos, realizadas em agosto de 2011, foi possível reunir a maioria desses abnegados estudiosos, defensores pioneiros dos quadrinhos — Álvaro de Moya, Antonio Luiz Cagnin, Moacy Cirne, Sonia Bibe Luyten e Waldomiro Vergueiro — para a abertura dos trabalhos do evento que superou as mais otimistas expectativas. Este volume vem reunir os testemunhos de Moya, Cagnin, Cirne, Luyten e Vergueiro, mais o do professor José Marques de Melo, coordenador da primeira pesquisa científica sobre HQs, em 1967, acerca de suas experiências com os quadrinhos, suas ações, além das agruras que tiveram de enfrentar nos meios acadêmicos e em outros, por causa de sua opção pela defesa da arte. A edição vem coincidir com a realização de novas Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos, que tudo têm para igualar a até superar o sucesso das primeiras, concluídas há dois anos. * * OS PIONEIROS NO ESTUDO DE QUADRINHOS NO BRASIL Edição: Jornadas Acadêmicas Internacionais de Quadrinhos Autores: Álvaro de Moya, Antonio Luiz Cagnin, José Marques de Melo, Moacy Cirne, Sonia Bibe Luyten, Waldomiro Vergueiro Organizadores: Waldomiro Vergueiro, Paulo Ramos, Nobu Chinen ISBN 978-85-8258-034-9 Formato: 17 x 24 cm, lombada quadrada 84 páginas

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